Febraban Tech 2026: Dataprev opera nuvem de 80 petaflops e expande para IA
O presidente da Dataprev afirmou que a nuvem da estatal já opera 80 petaflops e está em expansão para aplicações de inteligência artificial.
O presidente da Dataprev afirmou que a nuvem da estatal já opera 80 petaflops e está em expansão para aplicações de inteligência artificial.
O Itaú Unibanco reforçou seu time de computação quântica, com foco em aplicação no combate a fraudes e em recomendação.
O Banco da Amazônia apresentou o novo core bancário desenvolvido com a Temenos, com 96 sistemas legados a substituir e primeiro teste previsto para setembro.
O Open Finance chegou a 220 milhões de consentimentos aceitos, crescimento de dez vezes em um ano, com meta de 300 milhões de permissões.
A participação de deepfakes nas fraudes financeiras passou de 0,1% em março de 2025 para 6,5% em 2026, com o custo de produção caindo a R$ 50.
Fintalk e Carbigdata venceram a competição de fintechs do Febraban Tech 2026, escolhidas entre 12 finalistas e 35 candidaturas.
Bancários protestaram em frente ao Distrito Anhembi durante o último dia do evento, em ato ligado à campanha salarial da categoria.
A 36ª edição do Febraban Tech fechou com 70 mil visitas em três dias, alta de 20,7% sobre 2025, com 627 palestrantes e 220 painéis.
A Serasa Experian apresentou no evento sua atuação como plataforma que conecta bancos e consumidores para oferta e recuperação de crédito, com 100 milhões de cadastrados.
A ministra Esther Dweck disse que o governo desenvolve uma base nacional de identidade, alimentada pela CIN e pelo gov.br, para reduzir fraudes no setor financeiro.
O Banco do Brasil apresentou no evento o aplicativo 5.0 com inteligência artificial conversacional, com 80% das transações mais usadas já no novo modelo.
O Serpro apresentou no último dia do evento a plataforma IA do Brasil, com modelos treinados em português e infraestrutura mantida em território nacional.