As fintechs Fintalk e Carbigdata venceram a competição de fintechs do Febraban Tech 2026, anunciada no dia 25 de agosto após os pitches das doze finalistas, escolhidas entre 35 candidaturas.
A Fintalk atua com IA conversacional. “Estamos em um processo de crescimento muito forte. Dobramos de tamanho a cada ano”, disse o fundador Luiz Lobo. Pela plataforma da empresa transitaram R$ 1,4 bilhão em quitação de dívidas em 2025.
A Carbigdata trabalha com dados automotivos para bancos e seguradoras. “A Carbigdata nasceu com esse intuito de auxiliar os bancos e financeiras a localizarem seus ativos”, afirmou o fundador Pedro de Paula. A empresa ajuda na recuperação de quase 5 mil veículos por mês.
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Fontes. Finsiders Brasil, vencedoras da competição: a matéria
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Como foi a competição
As fintechs Fintalk e Carbigdata venceram a competição de fintechs do Febraban Tech 2026. O anúncio ocorreu na terça-feira, 25 de agosto, depois dos pitches das doze finalistas.
A disputa partiu de 35 candidaturas. Os critérios de avaliação foram foco no cliente, inovação tecnológica, viabilidade, escalabilidade, capacidade de integração e parcerias.
O que cada vencedora faz
A Fintalk trabalha com inteligência artificial conversacional, com agentes aplicados a atendimento, vendas e cobrança. É o tipo de solução que entra direto no ponto de contato com o cliente e por isso carrega junto a discussão de responsabilidade sobre o que o agente diz e faz.
Estamos em um processo de crescimento muito forte. Dobramos de tamanho a cada ano.
Luiz Lobo, fundador da Fintalk
A Carbigdata trabalha com big data automotivo para bancos e seguradoras, com foco em localização de ativo. É um caso clássico de dado alternativo entrando na decisão de crédito e de sinistro, em um segmento onde a garantia é o próprio veículo.
O que a lista de finalistas mostra
Entre as doze finalistas apareceram Complif, Depay, Flixsign, GaaS do Brasil, Itera, Kobana, Instant Solutions, Omnisient, PilotIn e Sinky, além das duas vencedoras.
A leitura de conjunto é mais interessante do que o resultado. As soluções se concentram em três frentes. Automação de atendimento com IA, dado alternativo para decisão de crédito e risco, e integração ou orquestração entre sistemas. Nenhuma delas propõe produto financeiro novo.
Ou seja, a fronteira de inovação em fintech no Brasil migrou do produto para a camada de operação. O que se disputa agora é eficiência de processo e qualidade de decisão, e não mais a criação de uma conta ou de um meio de pagamento diferente.
