Febraban Tech 2026: Banco da Amazônia troca o core bancário com a Temenos

O Banco da Amazônia apresentou no Febraban Tech 2026 o novo core bancário desenvolvido com a Temenos, dentro do Programa Agência 201. O banco tem 96 sistemas legados a substituir e prevê o primeiro teste para setembro de 2026.

Luiz Lessa, presidente do banco, explicou o ponto de partida. “Começamos com a necessidade de ter um core para suportar os nossos negócios comerciais e os negócios de fomento.” E situou o estágio. “Estamos terminando a implementação do banco digital e do novo core.”

Nélio Gusmão, superintendente do banco, resumiu a estratégia para a região. “Escala na região amazônica não é abrir agência física.” A modernização do core é a base para levar serviço digital a um território de difícil cobertura.

Leia também: Cobertura completa no hub. O que rolou no Dia 1.

Fontes. Cobertura do novo core do Banco da Amazônia: a reportagem

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O que o banco apresentou

O Banco da Amazônia apresentou no primeiro dia do Febraban Tech 2026 o novo core bancário desenvolvido com a Temenos e o Programa Agência 201, que dá nome à transformação digital da instituição.

O número que define o tamanho do desafio é 96. É a quantidade de sistemas legados que o banco precisa substituir. O primeiro teste estava previsto para setembro de 2026.

Por que trocar core bancário é a decisão mais pesada de um banco

Troca de core é a cirurgia de coração aberto da arquitetura bancária. O sistema que está sendo substituído é o que registra conta, saldo, lançamento e posição contábil, e ele não pode parar durante a troca.

Noventa e seis sistemas legados significam noventa e seis pontos de integração que precisam continuar funcionando durante a transição, cada um com regra própria acumulada ao longo de décadas. Projetos assim costumam ser medidos em anos, não em trimestres.

O contexto regional

A apresentação foi feita por Luiz Lessa, presidente do Banco da Amazônia, com Rodrigo Silva, presidente da Temenos para a América Latina, e Nélio Gusmão, superintendente de Estratégia de Clientes e Negócios do banco.

O enquadramento da sessão na grade oficial tratava a Amazônia como próxima fronteira do banking digital brasileiro. É um caso onde modernização de core não é só eficiência operacional. Em região com baixa densidade de agência física, a capacidade de atender por canal digital muda o alcance efetivo do banco.

Ressalva de apuração. A cobertura de uma das fontes secundárias não pôde ser verificada por bloqueio de acesso automatizado, e permanece registrada como não verificada no acervo de pesquisa. A grade oficial registra a sessão em 24 de agosto, das 14h às 14h30, na sala Workshops C, sem palestrantes informados.

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