agentes de IA

Events, Events Summaries

Febraban Tech 2026: o resumo do Dia 2, 25 de agosto

O segundo dia do Febraban Tech 2026 foi o dos números. Saiu a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, feita com a Deloitte, e os grandes bancos abriram o capô da própria estratégia de IA.

Os bancos preveem R$ 50,4 bilhões em tecnologia em 2026. Dentro desse total, a cibersegurança leva cerca de R$ 5 bilhões, a nuvem R$ 3,9 bilhões e a inteligência artificial R$ 3 bilhões. A ordem dessas prioridades contradiz o que se ouviu nos palcos durante três dias.

Os líderes de tecnologia de Bradesco, Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Santander e BTG debateram a próxima onda. A palavra que dominou foi governança, com um consenso incômodo por baixo. Ninguém sabe ainda como autenticar um agente de IA que transaciona em nome do cliente.

Radia Perlman lembrou que a segurança não se resolve com criptografia quando há um humano sendo manipulado na ponta. A ministra Esther Dweck trouxe identidade digital e soberania de dados. E um painel dedicado tratou da regulação da IA no Brasil, com Ministério da Justiça, ANPD e Bradesco.

No Palco Imersão rodou um Summit de Saúde Financeira inteiro, com cinco painéis, um lançamento de produto de IA e um contraponto das bets ao diagnóstico de Galípolo. Nenhum veículo cobriu.

O dia ainda teve a final da Arena Fintech, vencida por Fintalk e Carbigdata.

A leitura que ficou é que a próxima onda do setor financeiro está se formando na integração entre IA, dados, arquitetura, pagamentos, segurança e governança. Não é um tema, são seis que só funcionam juntos.

O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.

O texto completo cobre: A Pesquisa e o orçamento de tecnologia, O painel dos CIOs e a governança, Radia Perlman, Esther Dweck e a regulação da IA, O Summit que ninguém cobriu e O que eu levei do segundo dia.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Events, Events Summaries

Febraban Tech 2026: o resumo do Dia 1, 24 de agosto

O primeiro dia do Febraban Tech 2026 abriu com o Banco Central, passou pelos presidentes dos maiores bancos e terminou com seis palcos simultâneos.

A diretora Denise Perotti deu as boas-vindas e chamou Gabriel Galípolo ao palco. O presidente do Banco Central fez o diagnóstico mais duro do evento sobre crédito e endividamento, defendeu o Pix com números e tratou fraude e cibersegurança como agenda contínua.

O painel de abertura reuniu os presidentes dos maiores bancos. Antes da tecnologia veio a cobrança de equilíbrio fiscal aos candidatos. Depois cada banco mostrou o seu caso de IA, do plano do Itaú de saltar de 300 mil para 3 milhões de clientes atendidos por IA à virada da Caixa, que saiu do que o próprio banco chamou de selva analógica.

O Nobel Joel Mokyr abriu a série de keynotes internacionais com um alerta sobre instituições que não acompanham a velocidade da tecnologia.

À tarde o evento se abriu em seis palcos. Pagamentos invisíveis, deepfakes e fraude sintética, Open Finance em escala e a esteira de crédito na era da IA rodaram em paralelo.

O que ficou do primeiro dia foi a impressão de que a conversa sobre IA no setor financeiro entrou em fase de produção, escala e controle. As perguntas difíceis deixaram de ser sobre o que a IA faz e passaram a ser quanto de autonomia entregar ao agente, como estabelecer governança e quem responde pelas decisões. Um agente só funciona sobre identidade, permissões, dados governados, APIs, sistemas legados, observabilidade, segurança e trilha de auditoria.

O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.

O texto completo cobre: A abertura e o recado do Banco Central, Os CEOs e a agenda fiscal, O keynote de Mokyr e a tarde em seis palcos e O que eu levei do primeiro dia.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Events, Events Coverage

Febraban Tech 2026: a cobertura completa no portal

O Febraban Tech 2026 fechou com 70 mil visitas, 627 palestrantes, 220 painéis e cerca de 300 expositores, nos dias 24, 25 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi.

Do lado do dinheiro, a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, feita com a Deloitte, projetou R$ 50,4 bilhões em tecnologia para 2026. Dentro desse total, cerca de R$ 5 bilhões vão para cibersegurança, R$ 3,9 bilhões para nuvem e R$ 3 bilhões para inteligência artificial. Em 2025 o sistema bancário registrou 240,8 bilhões de transações, com 83% em canais digitais.

Esta é a página que reúne a cobertura inteira do portal, feita por quem esteve nos três dias.

Tem o resumo de cada dia. O Dia 1 com a abertura de Galípolo, o painel dos CEOs e os seis palcos da tarde. O Dia 2 com a Pesquisa Febraban, o painel dos CIOs, Radia Perlman e o Summit de Saúde Financeira. O Dia 3 com tokenização, humanoides, a IA do Brasil e o balanço de encerramento.

Tem doze análises exclusivas, escritas a partir de transcrição dos vídeos oficiais. Entre elas o orçamento que contradiz o palco, a adoção de IA contra o retorno real, a pergunta sobre quem responde quando o agente erra, o recado do Banco Central sobre crédito, o Summit que nenhum veículo cobriu, o comércio agêntico, a lacuna admitida na tokenização e a regulação de IA que não espera a lei.

E tem quinze notícias do evento, do lançamento da IA do Brasil pelo Serpro ao salto dos deepfakes de 0,1% para 6,5% das fraudes.

O índice completo, com o link de cada peça, está no relatório.

O texto completo cobre: Os números do evento, Os três dias, dia a dia, As análises exclusivas, As notícias do evento e Como esta cobertura foi feita.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Rolar para cima