Events, Events Exclusives

Febraban Tech 2026: o Summit de Saúde Financeira que a imprensa não cobriu

O Febraban Tech 2026 teve um evento inteiro dentro dele que nenhum veículo cobriu. O Summit de Saúde Financeira rodou cinco painéis no Palco Imersão, com Ministério da Fazenda, Banco Central, FMUSP, os cinco maiores bancos, Anbima, CNseg e Fundação Sicredi. Todo o registro que existe aqui veio de transcrição dos vídeos oficiais.

Três coisas aconteceram ali e não chegaram à imprensa.

A primeira é sobre apostas. Na abertura do evento, Galípolo listou três vetores de endividamento e não citou bets. No Summit, elas ocuparam um painel inteiro. Daniele Cardoso, da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, trouxe o balanço do mercado regulado. São 85 empresas autorizadas, mais de 180 marcas, mais de 60 mil sites ilegais bloqueados e mais de 1,2 milhão de solicitações de autoexclusão. Em 35% dos casos, o motivo declarado foi perda de controle de saúde mental.

A segunda é um lançamento. A Febraban apresentou o assistente de IA do Meu Bolso em Dia, construído em nove meses, gratuito, disponível no site e no WhatsApp, operando em ambiente fechado e sem compartilhar dados do consumidor com bancos.

A terceira é geracional. Marcelo Billi, da Anbima, apresentou o dado de que 9% da população já usa IA para tomar decisão financeira. Entre os mais jovens, esse número chega a 60%.

Teve ainda o painel sobre a Resolução Conjunta número 8, que obriga instituição financeira a promover educação financeira, com a fala do Itaú separando ferramenta de educação de motor de crédito.

O relatório completo traz os cinco painéis, as falas na íntegra, a lógica de produto por trás do assistente e o contraponto que apareceu dias depois dentro do próprio Banco Central sobre o peso das bets no endividamento.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Exclusives

Febraban Tech 2026: o diagnóstico duro do Banco Central sobre crédito e endividamento

Gabriel Galípolo abriu o Febraban Tech 2026 com uma cobrança direta ao setor. Não dá para comemorar a alta do crédito e reclamar do endividamento ao mesmo tempo. Foi o diagnóstico mais duro dos três dias, e veio da autoridade que regula o sistema.

Ele separou os dois tipos de endividamento. Crédito para adquirir ativo forma patrimônio. O problema está no crédito caro, sem garantia, que não gera ativo nenhum.

Os números sustentam o tom. Entre 2020 e 2024, os usuários de cartão de crédito passaram de 52,8 milhões para 96 milhões. No mesmo período, o comprometimento médio da renda familiar com o cartão subiu de 30,1% para 54%. Mais da metade desses 96 milhões carrega dívida no rotativo ou no parcelado. Em junho de 2026, o rotativo estava em 15,13% ao mês.

A pergunta que ele fez ao setor foi incômoda. Com renda subindo e desemprego caindo, por que essa renda não foi revertida para reduzir endividamento?

E sinalizou o que vem. O Banco Central está debruçado sobre medidas macroprudenciais, com o princípio de que cada instituição esteja provisionada para o risco efetivo que corre. No Pix, o material oficial detalhou alerta para movimentação atípica no SPI, o MED 2.0 para identificar contas usadas em golpes, um botão de contestação e limite de R$ 15 mil para Pix e TED feitos por instituições de pagamento não autorizadas.

Sobre o próprio Pix, os números da defesa. Cerca de 80 bilhões de transações em 2025, R$ 35 trilhões movimentados e mais de 900 milhões de chaves cadastradas. E a constatação de que o meio de pagamento vem sendo alvo de desinformação.

O relatório completo traz as falas na íntegra, o detalhamento das medidas anunciadas e a leitura de quem trabalha com pagamentos sobre onde essa régua vai apertar primeiro.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Exclusives

Febraban Tech 2026: quem responde quando o agente de IA erra

O Febraban Tech 2026 passou três dias falando de agentes autônomos nos bancos. A pergunta mais simples ficou sem resposta. Quem responde quando o agente erra.

O tema apareceu no painel dos CIOs, na pesquisa, nos workshops e no conceito de Know Your Agent. Em nenhum momento alguém descreveu como se autentica um agente, quem responde por uma ação dele, ou que trilha de auditoria precisa existir.

Christian Flemming, do BTG Pactual, abriu o painel dos CIOs dizendo que a próxima onda tecnológica no setor bancário não é extensão da anterior, é um jogo diferente. A frase separa quem trata agente como mais um sistema de quem trata como um ator que decide e age.

Richard Silva, do Santander Brasil, deu a definição mais útil do dia, de que governança é a direção que permite acelerar sem sair da pista. E foi categórico ao dizer que, para quem opera serviço essencial, governança não é opção.

Darlan Costa da Silva Lins, da Caixa, nomeou o problema concreto. São 160 milhões de clientes, com níveis muito diferentes de educação digital, e o banco precisa alcançar segurança para liberar agentes que executem transação. Marisa Reghini, do Banco do Brasil, apontou que ninguém resolve isso sozinho.

Rodrigo Benin, da IBM, trouxe o ponto de arquitetura. O sistema precisa nascer governável, com política e limite de autoridade embutidos, porque governança de agente não é camada que se adiciona depois.

Autenticar pessoa o setor já sabe fazer. Autenticar um agente que age em nome dela é outra coisa. Quem assinou a ordem, com que limite, e como se prova isso depois.

O relatório completo traz as falas na íntegra e a leitura de quem trabalha com governança de IA sobre o que separa piloto de produção.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Exclusives

Febraban Tech 2026: os bancos adotaram IA rápido e ainda medem pouco retorno

Dois números circularam depois do Febraban Tech 2026. Mais da metade das instituições usando agentes de IA, e 16% capturando valor real. São números fortes, e nenhum dos dois foi dito no palco.

A transcrição do painel da pesquisa não traz nenhuma dessas porcentagens. O que Sergio Biagini, da Deloitte, apresentou como captura de valor foi outra coisa. Ele falou em 12% de ganho médio de eficiência, com instituições acima de 20%.

A distância entre "mais da metade usa" e "12% de ganho médio" é a matéria. O setor adotou rápido e ainda mede pouco retorno.

Rodrigo Mulinari, do Banco do Brasil, descreveu a curva. No ano passado se falava em quantidade de modelos implantados. Depois veio a qualidade. Agora vêm as métricas efetivas de resultado. Some a isso o dado de que cerca de 60% dos bancos ainda estão em fases iniciais de adoção.

Onde o valor já aparece, aparece com nome e número. No Bradesco, a plataforma Bridge encurtou de meses para semanas o tempo de colocar um caso em produção, e já são 800 casos. A BIA Tech registra ganho médio de produtividade de 40%, chegando a 90% em projetos específicos. No Santander, a meta pública citada no palco foi de mais de R$ 6 bilhões gerados por IA, com R$ 500 milhões já obtidos no primeiro semestre de 2026.

A Caixa apareceu com 90% de ganho de produtividade. O número é real e vale para um recorte específico de engenharia de software com entradas padronizadas, não para o banco inteiro.

O relatório completo traz as falas na íntegra, a divergência entre o número dito no palco e o do material oficial, e a leitura de quem projeta arquitetura sobre como medir ganho de IA por caso de uso.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Exclusives

Febraban Tech 2026: os bancos vão investir R$ 3 bilhões em IA, e mais do que isso em nuvem e em segurança

O número que circulou depois do Febraban Tech 2026 foi um só. Os bancos brasileiros devem investir cerca de R$ 3 bilhões em inteligência artificial, analytics e big data neste ano.

Dois outros números apareceram bem menos e dizem mais. A migração para a nuvem deve somar R$ 3,9 bilhões em 2026, com alta de 30%. A cibersegurança deve consumir cerca de R$ 5 bilhões, perto de 10% de todo o orçamento tecnológico do setor. O total previsto é de R$ 50,4 bilhões, contra R$ 46,8 bilhões em 2025.

Colocados lado a lado, os três mostram a ordem real de prioridade. A IA é a terceira em dinheiro, atrás de nuvem e de segurança, e é a que menos cresce. A alta de 8% em IA contrasta com os 30% da nuvem.

Ivo Mósca, da Febraban, afirmou que 100% das instituições direcionam investimento prioritário para cibersegurança. Não existe outro assunto com unanimidade no setor. Sergio Biagini, da Deloitte, explicou por que a nuvem vem antes do agente, e a explicação passa por maturidade de dados e de infraestrutura.

Sobre retorno, a pesquisa apurou média de 12% de ganho de eficiência, com instituições acima de 20%. E cerca de 60% dos bancos ainda estão em fases iniciais de adoção.

Por trás disso está o tamanho da operação. Em 2025 o sistema bancário registrou 240,8 bilhões de transações, alta de 11% sobre o ano anterior. Os canais digitais responderam por 83% e o celular sozinho por 78%. O mobile banking chegou a 187,5 bilhões de transações, crescimento de 169% em cinco anos.

O relatório completo detalha cada ponto, com as falas na íntegra e a leitura do que essa ordem de orçamento significa para quem vende tecnologia para banco.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Summaries

Febraban Tech 2026: o resumo do Dia 3, 26 de agosto

O terceiro dia do Febraban Tech 2026 trouxe o momento regulatório mais franco do evento, o painel mais incomum dos três dias e o balanço final.

O dia abriu com o painel de apresentação da Pesquisa Febraban, que rendeu a checagem dos números de adoção de IA. Logo depois, John Maeda fechou os keynotes internacionais com um recado sobre explicar IA em linguagem simples e sobre não cair na ilusão de que a máquina está viva.

O eixo regulatório foi a tokenização. O chefe de Regulação do Banco Central admitiu, no palco, que a autoridade ainda deve a regra para os ativos financeiros tokenizados. Executivos de Mercado Bitcoin, Itaú, Citi e BTG pediram uma stablecoin de real.

O painel Humanos e humanoides teve a robô Ameca como moderadora, ao lado de outros cinco robôs. Outros dois painéis trataram do achatamento das carreiras diante dos agentes de IA. E o Serpro lançou a IA do Brasil, com dados e processamento em território nacional. Do lado de fora, bancários protestaram em frente ao Distrito Anhembi.

O evento fechou com 70 mil visitas, 627 palestrantes e 220 painéis.

A frase que resume o que ficou dos três dias é que a discussão sobre IA no setor financeiro já está avançando da adoção para um problema mais complexo, que é dar autonomia às máquinas sem perder controle, segurança e responsabilidade. Essa é a pauta de 2027.

O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.

O texto completo cobre: A Pesquisa no palco e o keynote de Maeda, Tokenização, stablecoins e a lacuna do Banco Central, Humanoides, trabalho e a IA do Brasil e O balanço e o que eu levei do evento.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Associação Obrigatória

Você precisa ser associado para ter acesso a este conteúdo.

Ver os níveis de associação

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Summaries

Febraban Tech 2026: o resumo do Dia 2, 25 de agosto

O segundo dia do Febraban Tech 2026 foi o dos números. Saiu a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, feita com a Deloitte, e os grandes bancos abriram o capô da própria estratégia de IA.

Os bancos preveem R$ 50,4 bilhões em tecnologia em 2026. Dentro desse total, a cibersegurança leva cerca de R$ 5 bilhões, a nuvem R$ 3,9 bilhões e a inteligência artificial R$ 3 bilhões. A ordem dessas prioridades contradiz o que se ouviu nos palcos durante três dias.

Os líderes de tecnologia de Bradesco, Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Santander e BTG debateram a próxima onda. A palavra que dominou foi governança, com um consenso incômodo por baixo. Ninguém sabe ainda como autenticar um agente de IA que transaciona em nome do cliente.

Radia Perlman lembrou que a segurança não se resolve com criptografia quando há um humano sendo manipulado na ponta. A ministra Esther Dweck trouxe identidade digital e soberania de dados. E um painel dedicado tratou da regulação da IA no Brasil, com Ministério da Justiça, ANPD e Bradesco.

No Palco Imersão rodou um Summit de Saúde Financeira inteiro, com cinco painéis, um lançamento de produto de IA e um contraponto das bets ao diagnóstico de Galípolo. Nenhum veículo cobriu.

O dia ainda teve a final da Arena Fintech, vencida por Fintalk e Carbigdata.

A leitura que ficou é que a próxima onda do setor financeiro está se formando na integração entre IA, dados, arquitetura, pagamentos, segurança e governança. Não é um tema, são seis que só funcionam juntos.

O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.

O texto completo cobre: A Pesquisa e o orçamento de tecnologia, O painel dos CIOs e a governança, Radia Perlman, Esther Dweck e a regulação da IA, O Summit que ninguém cobriu e O que eu levei do segundo dia.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Associação Obrigatória

Você precisa ser associado para ter acesso a este conteúdo.

Ver os níveis de associação

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Summaries

Febraban Tech 2026: o resumo do Dia 1, 24 de agosto

O primeiro dia do Febraban Tech 2026 abriu com o Banco Central, passou pelos presidentes dos maiores bancos e terminou com seis palcos simultâneos.

A diretora Denise Perotti deu as boas-vindas e chamou Gabriel Galípolo ao palco. O presidente do Banco Central fez o diagnóstico mais duro do evento sobre crédito e endividamento, defendeu o Pix com números e tratou fraude e cibersegurança como agenda contínua.

O painel de abertura reuniu os presidentes dos maiores bancos. Antes da tecnologia veio a cobrança de equilíbrio fiscal aos candidatos. Depois cada banco mostrou o seu caso de IA, do plano do Itaú de saltar de 300 mil para 3 milhões de clientes atendidos por IA à virada da Caixa, que saiu do que o próprio banco chamou de selva analógica.

O Nobel Joel Mokyr abriu a série de keynotes internacionais com um alerta sobre instituições que não acompanham a velocidade da tecnologia.

À tarde o evento se abriu em seis palcos. Pagamentos invisíveis, deepfakes e fraude sintética, Open Finance em escala e a esteira de crédito na era da IA rodaram em paralelo.

O que ficou do primeiro dia foi a impressão de que a conversa sobre IA no setor financeiro entrou em fase de produção, escala e controle. As perguntas difíceis deixaram de ser sobre o que a IA faz e passaram a ser quanto de autonomia entregar ao agente, como estabelecer governança e quem responde pelas decisões. Um agente só funciona sobre identidade, permissões, dados governados, APIs, sistemas legados, observabilidade, segurança e trilha de auditoria.

O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.

O texto completo cobre: A abertura e o recado do Banco Central, Os CEOs e a agenda fiscal, O keynote de Mokyr e a tarde em seis palcos e O que eu levei do primeiro dia.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Associação Obrigatória

Você precisa ser associado para ter acesso a este conteúdo.

Ver os níveis de associação

Já se associou? Acesse aqui
Events, Events Summaries

Febraban Tech 2026: a cobertura completa no portal

O Febraban Tech 2026 fechou com 70 mil visitas, 627 palestrantes, 220 painéis e cerca de 300 expositores, nos dias 24, 25 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi.

Do lado do dinheiro, a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, feita com a Deloitte, projetou R$ 50,4 bilhões em tecnologia para 2026. Dentro desse total, cerca de R$ 5 bilhões vão para cibersegurança, R$ 3,9 bilhões para nuvem e R$ 3 bilhões para inteligência artificial. Em 2025 o sistema bancário registrou 240,8 bilhões de transações, com 83% em canais digitais.

Esta é a página que reúne a cobertura inteira do portal, feita por quem esteve nos três dias.

Tem o resumo de cada dia. O Dia 1 com a abertura de Galípolo, o painel dos CEOs e os seis palcos da tarde. O Dia 2 com a Pesquisa Febraban, o painel dos CIOs, Radia Perlman e o Summit de Saúde Financeira. O Dia 3 com tokenização, humanoides, a IA do Brasil e o balanço de encerramento.

Tem doze análises exclusivas, escritas a partir de transcrição dos vídeos oficiais. Entre elas o orçamento que contradiz o palco, a adoção de IA contra o retorno real, a pergunta sobre quem responde quando o agente erra, o recado do Banco Central sobre crédito, o Summit que nenhum veículo cobriu, o comércio agêntico, a lacuna admitida na tokenização e a regulação de IA que não espera a lei.

E tem quinze notícias do evento, do lançamento da IA do Brasil pelo Serpro ao salto dos deepfakes de 0,1% para 6,5% das fraudes.

O índice completo, com o link de cada peça, está no relatório.

O texto completo cobre: Os números do evento, Os três dias, dia a dia, As análises exclusivas, As notícias do evento e Como esta cobertura foi feita.

Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.

Associação Obrigatória

Você precisa ser associado para ter acesso a este conteúdo.

Ver os níveis de associação

Já se associou? Acesse aqui
Oracle Weekly

Data centers travam em energia e agentes chegam ao mercado financeiro | Oracle Internacional, 07/09 a 13/09/2026

O que move o mercado de tecnologia entre 7 e 13 de setembro de 2026, na leitura internacional do Oracle.

Data centers viraram um problema de energia e de território. A demanda global por IA puxou uma onda de investimento em data centers, boa parte dela em regiões rurais. O efeito é triplo: valorização de imóveis, pressão sobre a infraestrutura de energia e de água, e reação política e ambiental organizada contra as obras. O Brasil entra nessa conta com hidrelétrica, solar e eólica, além de terreno disponível no interior de São Paulo, em Minas e no Nordeste.

Agentes autônomos saíram do piloto e entraram em finanças. A semana traz movimentos de adoção em investimento e em operação financeira, não mais em prova de conceito. Isso muda quem compra a tecnologia dentro do banco e muda o tipo de risco que precisa ser controlado.

Qualidade de dado virou o gargalo, no lugar do modelo. A discussão saiu de qual modelo usar e foi para se o dado que alimenta o modelo é confiável. É o tipo de deslocamento que costuma abrir mercado para quem resolve o problema chato.

O ataque acompanhou a adoção. A sofisticação dos ataques contra aplicações de IA subiu junto com o uso corporativo, e a superfície de risco agora inclui o próprio agente.

O que isso significa

As três primeiras tendências apontam para o mesmo lugar. O gargalo da IA deixou de ser capacidade de modelo e passou a ser infraestrutura física, dado confiável e gente que saiba operar as duas coisas. Quem vende consultoria, integração ou SaaS nesse eixo tem uma janela clara nos próximos trimestres. Quem depende só de acesso a modelo tem uma posição cada vez mais frágil.

Para o mercado brasileiro, a leitura prática é que a discussão de data center vai virar disputa por licença ambiental e por contrato de energia antes de virar disputa por cliente.

A edição completa traz o detalhamento de cada tendência, o potencial de negócio associado, o panorama de investimentos e captação no Brasil e os próximos passos práticos da semana. O acesso é para associados.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Oracle Weekly

Regulação avança e saúde e setor público aceleram a adoção | Oracle Nacional, 31/08 a 06/09/2026

Os bancos brasileiros vão investir cerca de R$ 3 bilhões em inteligência artificial. O número dá o tom da semana nacional: a fase de piloto acabou e o que está em jogo agora é orçamento, talento e regra de uso.

Regulação e adoção andaram juntas. O país apareceu ao mesmo tempo formulando política e aplicando na prática, com movimento em uso corporativo, serviço público e regras para o período eleitoral.

Saúde ganhou responsabilidade objetiva. Uma resolução nacional passou a definir de quem é a responsabilidade no uso de IA clínica. Hospitais e laboratórios brasileiros já operam diagnóstico assistido, incluindo aplicação em câncer de pele com reconhecimento internacional. A norma muda o cálculo de risco de quem vende e de quem compra.

Setor público entrou pelos dois lados. Avançaram propostas legislativas de substituição de servidor por automação e, em paralelo, programas de capacitação em massa e cursos gratuitos para professores. Judiciário, funcionalismo e ensino superior aparecem na mesma semana com sinais opostos.

Infraestrutura virou assunto de soberania. Serpro e LNCC anunciaram soluções com processamento e dados mantidos dentro do país, e o Brasil acelerou investimento em supercomputação. Junto veio o alerta dos reguladores sobre consumo de energia e impacto ambiental dos novos data centers.

Conteúdo sintético virou política de plataforma. Big techs passaram a sinalizar e identificar material gerado por IA, pressionadas pelo volume. O reflexo direto é em eleição, mídia e marketing digital.

O fio que liga tudo é o mesmo. O Brasil está entre os países que mais adotam e entre os que menos definiram regra antes de adotar. Quem trabalha com conformidade, auditoria e governança tem janela aberta nos próximos trimestres, principalmente em saúde, setor público e financeiro.

A edição completa abre cada tendência com fontes, potencial de negócio, viabilidade no Brasil e caminhos práticos para aproveitar. Acesso para associados.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Oracle Weekly

Agentes entram na base de código e a energia define quem escala | Oracle Internacional, 31/08 a 06/09/2026

Duas expressões novas apareceram nesta edição e vale guardar as duas: memory poisoning e deriva de agente. São falhas em que o agente de IA continua operando depois de autenticado e vai se afastando do comportamento esperado, ou é contaminado pela própria memória. Esse tipo de falha quebra automação de tesouraria em produção.

O contexto ajuda a entender por que isso pesa agora. O Financial Stability Board e outros órgãos alertaram para risco concentrado em IA de fronteira, os modelos mais avançados e mais autônomos, com foco em sistema financeiro e infraestrutura crítica. Incidentes com IA fora de controle aumentaram no mundo, e a pressão regulatória subiu junto.

A consequência prática apareceu no mercado de seguro. Seguradoras e governos começaram a ajustar cobertura e a criar produto específico contra risco de agente automatizado, incluindo incidente operacional em data center de IA. Quando o seguro se move, o risco deixou de ser teórico.

No resto da semana, a corrida por data center seguiu organizada em consórcio e financiamento multibilionário, com eficiência energética entrando como critério de projeto e reação política aparecendo em várias regiões.

Sobre trabalho, os estudos apontaram achatamento e redistribuição de salário no lugar de substituição direta de vaga. Um dado chamou atenção: mulheres respondem por 26% das contratações na área.

Em finanças, a automação escalou com API de auditoria contábil e solução para tesouraria, conformidade e análise de risco, com produto chegando também a pequena e média empresa. Em saúde, o mesmo movimento com sinal trocado, porque a aceleração de prontuário e triagem veio acompanhada de erro em nome de medicamento e em diagnóstico, o que abre mercado para segunda opinião digital e sistema híbrido.

O relatório completo detalha cada tendência com fonte, potencial de negócio, viabilidade no Brasil e próximos passos. Acesso para associados.

Associação Premium Obrigatória

Você precisa ser um associado Premium para acessar este conteúdo.

Associe-se Agora

Já se associou? Acesse aqui
Rolar para cima