O Banco do Brasil anunciou no Febraban Tech 2026 o aplicativo 5.0, com uma camada de inteligência artificial conversacional no centro da experiência.
Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios e Tecnologia do banco, deu a dimensão da mudança. “A gente está lançando aqui na Febraban Tech o app 5.0.” E detalhou o alcance. “80% das transações que os clientes mais usam no nosso app já estão nesse novo modelo.”
A executiva defendeu que a chave não é a máquina sozinha. “Acreditamos que a junção das duas inteligências é que vai seguir daqui para a frente.” O banco tem 36 mil funcionários em treinamento em IA generativa em 2026, contra 24 mil inscritos voluntariamente em 2024.
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Fontes. Times Brasil, IA conversacional no app 5.0: a matéria
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O que o banco anunciou
Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios e Tecnologia do Banco do Brasil, anunciou o lançamento do aplicativo 5.0 durante o segundo dia do Febraban Tech 2026, em painel no Auditório Febraban.
A gente está lançando aqui na Febraban Tech o app 5.0
Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios e Tecnologia do Banco do Brasil
Segundo a executiva, 80% das transações mais usadas pelos clientes já operam no novo modelo conversacional. A migração não foi apresentada como piloto, e sim como mudança de interface para o volume principal do aplicativo.
O número que chama mais atenção não é o do app
O ponto mais forte do anúncio foi de gente, não de software. O Banco do Brasil tem 36 mil funcionários em treinamento em inteligência artificial generativa em 2026. Em 2024 eram 24 mil inscritos de forma voluntária. O banco tem 88 mil funcionários e presença em 94% dos municípios brasileiros.
Nós acreditamos que todos os funcionários precisam entender esse conceito, não só aqueles que trabalham com tecnologia
Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios e Tecnologia do Banco do Brasil
Ou seja, mais de 40% do quadro passa por capacitação em IA no mesmo ano. Esse é o tipo de dado que separa adoção real de anúncio de palco, porque exige orçamento, tempo de funcionário e desenho de trilha de aprendizagem.
A leitura de arquitetura
Levar 80% das transações mais usadas para uma camada conversacional muda o desenho do aplicativo por dentro. Deixa de ser uma árvore de menus e passa a depender de interpretação de intenção, roteamento para serviço e tratamento de erro quando a interpretação falha.
Isso desloca complexidade para trás, para a camada de integração e de orquestração. E cria uma pergunta de governança que o banco vai precisar responder. Quando o assistente executa a operação errada, onde fica o registro do que o cliente pediu e do que o sistema entendeu.
A matéria de origem não informou o cronograma de disponibilização do app 5.0 para toda a base de clientes nem quais transações ficaram fora do novo modelo.
