Um painel do primeiro dia do Febraban Tech 2026 mostrou o avanço rápido dos deepfakes nas fraudes financeiras. A participação desse tipo de conteúdo passou de 0,1% em março de 2025 para 6,5% em 2026, e a inteligência artificial apareceu em 42,5% das fraudes registradas.
O que assusta é o custo. Guilherme Martinatti Favaro, do Santander, deu o número. “É possível construir um deepfake com R$ 50 usando ferramentas públicas.” Gabriel Loschii, da Foursys, apontou o efeito sobre a autenticação. “A biometria não é mais uma garantia de segurança.”
O painel reuniu Polícia Federal, Caixa, Santander, Foursys e a Secom. O recado comum foi a necessidade de uma cultura permanente de segurança digital, já que a barreira técnica para produzir uma fraude convincente despencou.
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Fontes. InfoMoney, avanço dos deepfakes em fraudes: a matéria
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