O terceiro dia do Febraban Tech 2026 trouxe o momento regulatório mais franco do evento, o painel mais incomum dos três dias e o balanço final.
O dia abriu com o painel de apresentação da Pesquisa Febraban, que rendeu a checagem dos números de adoção de IA. Logo depois, John Maeda fechou os keynotes internacionais com um recado sobre explicar IA em linguagem simples e sobre não cair na ilusão de que a máquina está viva.
O eixo regulatório foi a tokenização. O chefe de Regulação do Banco Central admitiu, no palco, que a autoridade ainda deve a regra para os ativos financeiros tokenizados. Executivos de Mercado Bitcoin, Itaú, Citi e BTG pediram uma stablecoin de real.
O painel Humanos e humanoides teve a robô Ameca como moderadora, ao lado de outros cinco robôs. Outros dois painéis trataram do achatamento das carreiras diante dos agentes de IA. E o Serpro lançou a IA do Brasil, com dados e processamento em território nacional. Do lado de fora, bancários protestaram em frente ao Distrito Anhembi.
O evento fechou com 70 mil visitas, 627 palestrantes e 220 painéis.
A frase que resume o que ficou dos três dias é que a discussão sobre IA no setor financeiro já está avançando da adoção para um problema mais complexo, que é dar autonomia às máquinas sem perder controle, segurança e responsabilidade. Essa é a pauta de 2027.
O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.
O texto completo cobre: A Pesquisa no palco e o keynote de Maeda, Tokenização, stablecoins e a lacuna do Banco Central, Humanoides, trabalho e a IA do Brasil e O balanço e o que eu levei do evento.
Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.
