O primeiro dia do Febraban Tech 2026 abriu com o Banco Central, passou pelos presidentes dos maiores bancos e terminou com seis palcos simultâneos.
A diretora Denise Perotti deu as boas-vindas e chamou Gabriel Galípolo ao palco. O presidente do Banco Central fez o diagnóstico mais duro do evento sobre crédito e endividamento, defendeu o Pix com números e tratou fraude e cibersegurança como agenda contínua.
O painel de abertura reuniu os presidentes dos maiores bancos. Antes da tecnologia veio a cobrança de equilíbrio fiscal aos candidatos. Depois cada banco mostrou o seu caso de IA, do plano do Itaú de saltar de 300 mil para 3 milhões de clientes atendidos por IA à virada da Caixa, que saiu do que o próprio banco chamou de selva analógica.
O Nobel Joel Mokyr abriu a série de keynotes internacionais com um alerta sobre instituições que não acompanham a velocidade da tecnologia.
À tarde o evento se abriu em seis palcos. Pagamentos invisíveis, deepfakes e fraude sintética, Open Finance em escala e a esteira de crédito na era da IA rodaram em paralelo.
O que ficou do primeiro dia foi a impressão de que a conversa sobre IA no setor financeiro entrou em fase de produção, escala e controle. As perguntas difíceis deixaram de ser sobre o que a IA faz e passaram a ser quanto de autonomia entregar ao agente, como estabelecer governança e quem responde pelas decisões. Um agente só funciona sobre identidade, permissões, dados governados, APIs, sistemas legados, observabilidade, segurança e trilha de auditoria.
O resumo completo detalha cada bloco do dia e aponta as análises que saíram de cada um deles.
O texto completo cobre: A abertura e o recado do Banco Central, Os CEOs e a agenda fiscal, O keynote de Mokyr e a tarde em seis palcos e O que eu levei do primeiro dia.
Cada seção traz o que foi dito, quem disse e a leitura de quem trabalha com arquitetura e pagamentos. Essa parte é exclusiva para associados.
